No Dia Nacional da Saúde, celebrado nesta quarta-feira, 5, a Prefeitura de Aracaju destaca avanços na rede municipal. Entre janeiro e junho de 2026, a Atenção Primária realizou 1.235.880 atendimentos e procedimentos.
Celebrado nesta quarta-feira, 5, o Dia Nacional da Saúde reforça a importância do acesso a serviços públicos de qualidade e da promoção do cuidado em todas as etapas da vida. Em Aracaju, a data evidencia os avanços apontados pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), no fortalecimento da rede municipal e na ampliação do acesso da população a consultas, exames, cirurgias e tratamentos especializados.
Segundo a administração municipal, os investimentos também contemplam a Atenção Primária, a modernização da infraestrutura e a humanização do atendimento. Entre janeiro e junho de 2026, a Atenção Primária realizou 1.235.880 atendimentos e procedimentos, alta de aproximadamente 23% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram registrados 1.001.410 atendimentos.
Porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS), a Atenção Primária recebeu investimentos para ampliar o acesso da população. O município passou de 149 para 152 equipes de Saúde da Família; de seis para oito equipes de Atenção Primária; de duas para três equipes multiprofissionais de Atenção Primária; de duas para três equipes de Consultório na Rua; e de 61 para 87 equipes de Saúde Bucal.
A reorganização do acesso aos serviços também incluiu a substituição do antigo modelo de liberação mensal de consultas pelo Acesso Avançado, com agenda aberta e atendimento à demanda espontânea. A medida busca dar mais agilidade e facilitar o acesso dos usuários às Unidades Básicas de Saúde (UBS).
A rede também passou a contar com oito apoiadores institucionais, um em cada região de saúde. Eles são responsáveis por apoiar a gestão das unidades, qualificar os processos de trabalho e fortalecer a educação permanente das equipes.
De acordo com a Prefeitura, a Atenção Primária passou a atuar como eixo central da Rede de Atenção à Saúde, integrando de forma mais eficiente a assistência especializada e a regulação, com foco na redução de filas e na ampliação da resolutividade dos atendimentos. O modelo de gestão também evoluiu de uma estrutura verticalizada para uma gestão participativa, baseada em colegiados, grupos de trabalho e planejamento fundamentado em indicadores e evidências científicas.
Os investimentos também alcançaram a infraestrutura.
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