A Aneel aprovou reajuste de 10,18% na tarifa da Enel-SP, válido a partir de 4 de julho. Residências pagam 8,97% a mais, enquanto indústrias enfrentam alta de 15%.
A conta de luz de grande parte da população do estado de São Paulo ficará mais cara a partir deste sábado, dia 4 de julho de 2026. Com o reajuste tarifário anual da Enel, o valor médio para o consumidor terá um aumento de 10,18%. Essa elevação foi aprovada na terça-feira, dia 30 de junho, pela diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
O aumento médio para a baixa tensão, que abrange residências, será de 8,97%. Por outro lado, a média para alta tensão, que inclui indústrias e grandes comércios, terá um aumento de 15%.
De acordo com a Aneel, diversos fatores contribuíram para o reajuste tarifário, sendo os principais custos relacionados à transmissão e encargos do setor elétrico. Esses fatores são essenciais para a manutenção e operação do sistema de energia no estado, refletindo a necessidade de ajustes periódicos nas tarifas.
A mudança impactará diretamente 24 municípios paulistas e, aproximadamente, 8,9 milhões de unidades consumidoras. Os consumidores devem se preparar para esse aumento em suas contas, que pode afetar o orçamento familiar e empresarial. A expectativa é de que a população busque alternativas para minimizar o impacto desse reajuste, como a adoção de medidas de economia de energia.
“A alta nos custos de transmissão e encargos é um reflexo das demandas do setor elétrico, e a revisão das tarifas é uma medida necessária para garantir a continuidade do serviço”, explicou um representante da Aneel.
Este reajuste é parte de um processo regular que ocorre anualmente, onde são avaliados os custos operacionais e as condições do mercado. A Aneel garante que a transparência nesse processo é fundamental para que os consumidores compreendam as razões por trás das mudanças nas tarifas.
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