Um homem identificado como Francis Marlisson Tavares Franco morreu na madrugada desta quinta-feira (12) após trocar tiros com equipes da Polícia Militar de Sergipe durante o cumprimento de um mandado de prisão na Travessa Lagarto, no município de Lagarto, região Centro-Sul do estado.
Segundo informações repassadas pela PM, a ação contou com o apoio da Diretoria de Inteligência Policial. As equipes haviam recebido a localização do suspeito e deslocaram-se até o endereço para dar cumprimento à ordem judicial que estava em aberto contra ele.
A corporação relata que, ao chegar à residência, os policiais anunciaram a voz de prisão. Nesse momento, Francis Marlisson teria tentado escapar pelos fundos do imóvel. Ainda de acordo com a versão policial, o homem sacou um revólver e efetuou disparos contra a guarnição, dando início ao confronto armado.
Os agentes revidaram aos tiros e atingiram o suspeito. Após ser baleado, o homem foi socorrido pelos próprios policiais e encaminhado a uma unidade hospitalar da cidade, mas não resistiu aos ferimentos e teve o óbito confirmado pela equipe médica de plantão.
O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para realizar a remoção do corpo, procedimento padrão em ocorrências com vítimas fatais. A arma apreendida no local — um revólver que teria sido utilizado no ataque — foi recolhida e será submetida à perícia.
O caso será investigado pela Polícia Civil, que deverá ouvir os policiais envolvidos e reunir imagens de câmeras de segurança das proximidades para esclarecer todos os detalhes da intervenção. Também será apurado se o suspeito tinha participação em outros crimes na região.
Imagem: PM/SE
Até o momento, não foram divulgadas informações sobre possíveis comparsas nem sobre a natureza do mandado que motivou a operação. A PM informou apenas que a ordem de prisão estava ativa e que havia indícios suficientes para localizar Francis Marlisson na Travessa Lagarto.
Em nota, o comando da corporação ressaltou que ações desse tipo seguem protocolos de segurança e que o uso da força letal ocorre somente em situações de ameaça direta à vida dos agentes ou de terceiros. O texto reforça, ainda, que todos os procedimentos legais foram adotados no atendimento à ocorrência.
Com informações de A8se
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