Propriá (SE) – Quatro homens foram presos na noite de terça-feira (10) em Propriá, no Baixo São Francisco sergipano, sob a suspeita de organizar um assalto a uma joalheria situada na zona sul de Aracaju. A ação que resultou nas prisões foi divulgada na quarta-feira (11) e contou com a participação conjunta das Polícias Civil e Militar de Sergipe.
Segundo informações repassadas pelas equipes de investigação, o grupo é formado por indivíduos naturais do Ceará. As apurações indicam que os suspeitos viajaram até Aracaju dias antes das prisões para realizar levantamentos sobre o alvo escolhido. Nesse período, eles teriam monitorado a rotina do estabelecimento comercial, avaliado rotas de fuga e reunido detalhes logísticos necessários à execução do crime.
Concluído o reconhecimento do local, os quatro deixaram a capital sergipana com destino a Propriá. O objetivo, de acordo com a Polícia Civil, era encontrar-se com outros integrantes da quadrilha, obter armas de fogo e, em seguida, retornar a Aracaju para consumar o roubo. O plano foi interrompido quando o veículo em que trafegavam foi parado por equipes policiais que já acompanhavam seus movimentos.
Durante a abordagem, os agentes confirmaram a identidade dos ocupantes e os conduziram imediatamente à delegacia. Embora o relatório divulgado não detalhe eventuais apreensões de armamento, a polícia informou que o automóvel utilizado pelo grupo foi recolhido e passará por perícia. O inquérito deve esclarecer se outros comparsas participaram do planejamento e onde estariam as armas que seriam usadas na investida criminosa.
Os quatro detidos ficaram à disposição da Justiça em Propriá, enquanto a investigação prossegue para localizar eventuais cúmplices e aprofundar a origem do esquema. A Polícia Civil também apura se o grupo possui ligação com outros crimes patrimoniais registrados recentemente em Sergipe ou em estados vizinhos.
Imagem: Divulgação
Até o momento, as autoridades não divulgaram os nomes dos suspeitos, tampouco informaram prazos para conclusão do inquérito. A expectativa é de que novos depoimentos sejam colhidos nos próximos dias e de que peças do processo sejam compartilhadas com a Polícia do Ceará, uma vez que os investigados têm residência fixa naquele estado.
Com informações de A8se
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