A Prefeitura de Aracaju defendeu que o crescimento da Zona de Expansão una desenvolvimento econômico, preservação ambiental e segurança jurídica. O tema foi debatido em audiência pública na Câmara Municipal.
A Prefeitura de Aracaju reafirmou, durante audiência pública realizada nesta segunda-feira, 10, na Câmara Municipal de Aracaju, que o crescimento da Zona de Expansão deve ser conduzido com planejamento, responsabilidade ambiental e segurança jurídica. A gestão municipal defende que o desenvolvimento econômico da região avance em conjunto com a preservação dos recursos naturais e o cumprimento da legislação vigente.
A audiência discutiu o crescimento vertical da Zona de Expansão e a capacidade da infraestrutura urbana e ambiental para acompanhar o adensamento populacional da região. A secretária municipal do Meio Ambiente, Emília Golzio, representou a administração e destacou que o debate recebe atenção direta da prefeita Emília Corrêa.
Segundo a secretária, a orientação da prefeita é conciliar a geração de oportunidades econômicas com a proteção ambiental e a legalidade. “A prefeita Emília Corrêa tem uma preocupação permanente com a Zona de Expansão e acompanha pessoalmente esse debate. A orientação da gestão é criar condições para que Aracaju se desenvolva, atraia investimentos e gere oportunidades, mas sem abrir mão da preservação dos nossos recursos naturais e do cumprimento da legislação vigente. Desenvolvimento econômico, proteção ambiental e segurança jurídica são compromissos que precisam caminhar juntos”, afirmou.
Emília Golzio acrescentou que a análise de cada empreendimento deve levar em conta as características específicas do território, além das exigências técnicas e ambientais previstas em lei. “Não podemos tratar toda a Zona de Expansão como se fosse uma área uniforme. Cada local possui suas particularidades, sua capacidade de suporte e suas vulnerabilidades. Por isso, o crescimento deve ser planejado, considerando drenagem, saneamento, mobilidade, áreas de preservação permanente, lagoas, manguezais e os impactos cumulativos provocados pelos diferentes empreendimentos”, explicou.
Ao encerrar sua participação, a secretária reforçou que o desenvolvimento da região deve ocorrer de forma planejada e compatível com a capacidade do território. “Aracaju pode e deve continuar crescendo. Entretanto, esse crescimento precisa acontecer no lugar certo, na intensidade adequada e com responsabilidade”, declarou.
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