Oscar Piastri entrou na pista pela primeira vez em 2026 na manhã desta quinta-feira (data não informada no texto original), durante a sessão inicial de testes coletivos da Fórmula 1 em Barcelona. O australiano guiou o MCL40, modelo que a McLaren preparou para a temporada, mas completou menos voltas do que planejava em razão de um contratempo no sistema de combustível.
Piastri relatou que o defeito apareceu pouco depois de deixar os boxes, obrigando a equipe a recolher o carro aos boxes para inspeção detalhada. “Já identificamos no que melhorar”, declarou o piloto, indicando que os engenheiros conseguiram localizar a origem do problema ainda no período da manhã. Mesmo sem o número de voltas ideal, o jovem de 25 anos considerou o primeiro contato com o novo pacote aerodinâmico relevante para o restante dos treinos.
A interrupção reduziu a quilometragem prevista pela McLaren para o dia. O time de Woking havia programado um cronograma de avaliação de componentes aerodinâmicos e de acerto mecânico logo na abertura das atividades. Com o carro parado nos boxes, a equipe concentrou esforços na análise do sistema de alimentação de combustível, a fim de evitar qualquer reincidência nas próximas sessões.
Segundo Piastri, o MCL40 mostrou potencial nas poucas voltas completadas, mas a falta de sequência impediu leituras mais precisas de parâmetros como consumo, desgaste de pneus e equilíbrio em stints longos. “Perdemos tempo de pista, mas já sabemos que ajustes fazer para ganhar confiabilidade”, comentou o australiano. Ele acrescentou que a equipe deve retomar o plano original assim que o problema for solucionado.
Imagem: Divulgação
Os testes de pré-temporada seguem no circuito catalão, e a McLaren pretende devolver Piastri à pista em busca do tempo de pista perdido. As próximas saídas servirão para validar as correções realizadas no sistema de combustível e acumular dados essenciais antes da abertura do campeonato.
Com informações de Motorsport.uol
Siga o Foco SE e entre no nosso grupo de notícias de Sergipe.



