O jornalista Diógenes Brayner morreu na noite desta quarta-feira, 24, em Aracaju, vítima de câncer de pâncreas. Referência na comunicação nordestina, ele dedicou mais de quatro décadas ao jornalismo em Sergipe.
Na noite de quarta-feira, 24 de junho, faleceu em Aracaju o jornalista Diógenes Brayner, aos 79 anos, vítima de câncer de pâncreas.
Com uma carreira consolidada na comunicação nordestina, ele deixa um legado de mais de quatro décadas dedicadas ao jornalismo em Sergipe.
O corpo de Brayner está sendo velado no Velatório Osaf e será cremado às 15h, no Crematório Vila da Paz, localizado no município de Itaporanga d’Ajuda.
Nascido em Petrolândia, Pernambuco, Brayner construiu sua trajetória profissional em diversos estados do Nordeste. Formado em Comunicação no Recife, ele passou por várias mudanças até se estabelecer em Sergipe.
Antes de se dedicar integralmente ao jornalismo, Diógenes atuou como bancário concursado do Banco do Brasil, cargo que deixou para seguir sua verdadeira vocação na imprensa.
Há cerca de 40 anos em Sergipe, ele trabalhou como editor do Jornal de Sergipe e, em seguida, na Gazeta de Sergipe e no Correio de Sergipe, onde consolidou seu nome no cenário jornalístico local.
Brayner também foi responsável pela edição do portal Faxaju por muitos anos, contribuindo significativamente para a informação no estado.
“Sou apenas e sempre um repórter e não considero que ser jornalista seja escrever artigos e comentários profundos. Geralmente, quem se rotula de ‘homem de imprensa’ por escrever e expor artigos e exibir intelectualidades não sabe escrever uma ‘nota de aniversário’ e nem se interessa pelo dia a dia da informação”, afirmou em uma entrevista ao jornalista Jozailto Lima.
O falecimento de Diógenes Brayner representa uma grande perda para o jornalismo sergipano e nordestino, que se despede de um profissional dedicado e respeitado.
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