A Escola Presidente Juscelino Kubitschek, na Coroa do Meio, abriu nesta terça-feira, 11, o 3º Jogos Interclasses. Programação reuniu esporte, aprendizagem e apresentação do grupo Descidão dos Quilombolas.
A Escola Presidente Juscelino Kubitschek, localizada no bairro Coroa do Meio, realizou nesta terça-feira, 11, a abertura do 3º Jogos Interclasses da unidade. A programação teve como temática a representação dos países que participaram da Copa do Mundo 2026 por cada grupo estudantil e contou com apresentação do grupo Descidão dos Quilombolas, em celebração à cultura afro-brasileira.
Os Jogos Interclasses valorizam o esporte como prática social e, por meio de atividades lúdicas e competitivas, buscam estimular o espírito coletivo, os valores éticos e a solidariedade entre os integrantes da comunidade escolar. A temática dos países também permite articular conhecimentos de geografia mundial e da história de cada nação, ampliando o caráter educativo do evento.
Para a aluna Allana Nicoly, do 7º ano, os jogos representam uma oportunidade de fortalecer os vínculos com os colegas e vivenciar o espírito esportivo. “Todos os anos acontecem os jogos e sempre fico esperando esse momento. Fico muito feliz durante esse período, consigo me relacionar mais com os meus amigos, brincar, jogar e me divertir acima de tudo”, afirmou.
A iniciativa também reforça a interação entre professores e alunos. O diretor da escola, Cláudio de Brito, destacou que os jogos são aguardados pela comunidade escolar e contribuem para o desenvolvimento integral dos estudantes. “É excelente para que os alunos interajam e, por intermédio da prática esportiva, possam fortalecer tanto a saúde física quanto os princípios fundamentais de cidadania”, disse.
Como parte da abertura, Descidão dos Quilombolas levou à escola um conjunto percussivo de samba-reggae e afro-reggae. Com mais de 30 anos de atuação, o grupo preserva e celebra a cultura afro-brasileira em Sergipe.
O vice-presidente do grupo, Ninkuiba, ressaltou a satisfação em apresentar a cultura da comunidade negra sergipana em escolas públicas. “Estamos trazendo tradição e dança para os alunos. É uma honra ter a oportunidade de realizar esta apresentação, contribuindo para o desenvolvimento cultural e educacional dos alunos e oferecendo-lhes uma base sólida de conhecimento e valorização da arte”, declarou.
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