Equipamento de contingência entra no lugar do que apresenta falha
A substituição de uma urna eletrônica é um procedimento previsto pela Justiça Eleitoral e não interfere nos votos já registrados, conforme o Tribunal Superior Eleitoral.
O Tribunal Superior Eleitoral divulgou às 15h30 deste domingo, 4 de outubro, um balanço parcial da votação do primeiro turno. Até aquele horário, 1.544 urnas eletrônicas haviam sido substituídas em todo o país, o equivalente a 0,28% dos equipamentos. O país operou com 499.248 urnas de votação e 50.038 de contingência.
Em números absolutos, São Paulo teve o maior volume de trocas, com 299 equipamentos, o que representa 0,26% do total do estado. Em seguida aparecem Rio de Janeiro, com 185 trocas (0,45%), Paraná, com 177, e Minas Gerais, com 117 (0,21%).
Como ficou Sergipe
Sergipe aparece como o segundo estado em percentual de substituição, com 0,51% — o que corresponde a 34 urnas. O estado fica atrás apenas do Paraná, com 0,59% e 177 equipamentos trocados, e à frente de Santa Catarina (0,50%) e Pernambuco (0,48%). É preciso dimensionar o número: Sergipe tem 5.923 seções eleitorais, segundo a base oficial de resultados da Justiça Eleitoral. A substituição é um procedimento de contingência previsto pela Justiça Eleitoral, feito quando o equipamento apresenta falha, e não afeta os votos já registrados nem a totalização.

A votação terminou às 17h, no horário de Brasília. Quem estava na fila no momento do fechamento manteve o direito de votar. A partir desse horário começa a totalização, com divulgação simultânea em todo o país. Um eventual segundo turno está marcado para 25 de outubro.
Nenhuma seção eleitoral e nenhum município do país precisaram recorrer à votação manual, procedimento adotado apenas quando não há equipamento disponível para substituir o que falhou. No exterior, onde 916.534 eleitores estavam aptos a votar, não houve nenhuma substituição.

Com informações do Tribunal Superior Eleitoral
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