Um homem de 32 anos, apontado como autor de estupros contra duas crianças da própria família, foi capturado na manhã desta quarta-feira, 28, em Barra dos Coqueiros, município da Grande Aracaju. A prisão foi efetivada por equipes da Polícia Civil de Sergipe, que atuaram por meio da Delegacia de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV) e da 11ª Delegacia Metropolitana (11ª DM), em cumprimento a um mandado de prisão preventiva.
De acordo com informações da corporação, o investigado estava foragido da Justiça desde o registro da ocorrência. Os abusos teriam ocorrido no ano de 2022, quando as vítimas tinham 6 e 8 anos de idade. Desde então, ele vinha adotando estratégias para escapar da ação policial e impedir o cumprimento da ordem judicial.
O paradeiro do suspeito foi localizado após trabalho de inteligência conduzido pelos investigadores da DAGV da Barra dos Coqueiros. O levantamento incluiu monitoramento de possíveis endereços e acompanhamento de rotinas compatíveis com o deslocamento do alvo. Com a confirmação do local onde ele se escondia, as equipes montaram a operação que resultou na detenção.
A execução do mandado contou com o apoio operacional da 11ª DM, unidade responsável pelo policiamento judiciário na região. Durante a abordagem, o homem não apresentou resistência. Ele foi imediatamente conduzido à sede policial da Barra dos Coqueiros, onde passou pelos procedimentos legais previstos, como registro de ocorrência, checagem de antecedentes criminais e exame de corpo de delito.
Concluídos os trâmites iniciais, o preso permaneceu à disposição do Poder Judiciário, que deverá avaliar eventuais solicitações da defesa e determinar os próximos passos do processo. A Delegacia de Atendimento a Grupos Vulneráveis ressalta que o inquérito continua em andamento para finalizar a coleta de provas e encaminhar o caso ao Ministério Público.
Imagem: Divulgação
A Polícia Civil reforça que denúncias de crimes contra crianças e adolescentes podem ser realizadas pelo Disque 100 ou diretamente nas delegacias especializadas, garantindo sigilo e proteção às vítimas.
Com informações de Infonet
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