Rio de Janeiro – O ciclo pós-Paris 2024 começou favorável para o esporte olímpico brasileiro. Em 2025, atletas do país somaram títulos mundiais, pódios inéditos e posições de destaque em diferentes modalidades.
Prêmio Brasil Olímpico destaca campeões mundiais
No Prêmio Brasil Olímpico, realizado no Rio, dois campeões do mundo foram eleitos atletas do ano. Maria Clara Pacheco conquistou o ouro no Campeonato Mundial de Taekwondo, categoria até 57 kg, na China. Entre os homens, Caio Bonfim recebeu o troféu após vencer a marcha atlética de 20 km no Mundial do Japão, além de levar a prata nos 35 km em Tóquio.
Nova força no boxe
Com a saída de Bia Ferreira para o boxe profissional, Rebeca Lima, 25 anos, assumiu o protagonismo da modalidade. A pugilista carioca foi campeã mundial até 60 kg em Liverpool, Inglaterra, repetindo o feito obtido por Bia em 2019 e 2023.
Tênis de mesa mantém regularidade
Hugo Calderano terminou vice-campeão no Mundial do Catar, mas compensou com a vitória na Copa do Mundo na China e outros três títulos de etapas do circuito. Em duplas mistas, a parceria com Bruna Takahashi subiu para a sexta posição do ranking internacional.
Ginástica rítmica faz história em casa
Sediado no Rio de Janeiro, o Mundial de Ginástica Rítmica rendeu ao conjunto formado por Nicole Pircio, Maria Paula Carminha, Eduarda Arakaki, Sofia Madeira e Mariana Gonçalves duas pratas: no geral e na série mista. Foi a primeira vez que o Brasil subiu ao pódio em um Mundial adulto da modalidade.
Coletivos enfrentam desafios
No vôlei, a seleção feminina ficou com o bronze no Mundial da Tailândia, enquanto os homens pararam na fase de grupos. No handebol, as equipes masculina e feminina caíram nas quartas de final; o sétimo lugar dos homens foi a melhor campanha da história.
Modalidades sem Mundial específico
No surfe, Yago Dora garantiu o oitavo título brasileiro em 11 temporadas da Liga Mundial (WSL). No tênis, o jovem João Fonseca, 19 anos, saltou do 145º para o 24º lugar do ranking ATP após erguer troféus em Buenos Aires e Basileia, além de derrotar adversários do top 25.
Com resultados expressivos em esportes individuais e marcas inéditas em competições coletivas, o Brasil fecha 2025 consolidando a base para o ciclo olímpico rumo a Los Angeles 2028.
Fonte: Agência Brasil
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