Brasil será palco dos Mundiais de Clubes de Vôlei; São Paulo sedia torneio feminino e Belém o masculino em dezembro

Rafael Ramos
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A Federação Internacional de Voleibol (FIVB) confirmou o Brasil como sede dos Campeonatos Mundiais de Clubes de 2025. A competição feminina ocorrerá em São Paulo, de 9 a 14 de dezembro, enquanto o torneio masculino está marcado para 16 a 21 do mesmo mês, em Belém.

A escolha marca a estreia da capital paraense como anfitriã do evento. Já a capital paulista volta a receber o Mundial feminino após 31 anos — a última edição disputada na cidade foi em 1994. A presença no país é a segunda consecutiva: em 2024, Uberlândia (MG) sediou o Mundial masculino, conquistado pelo Sada Cruzeiro.

Times definidos no feminino

Sete equipes estão garantidas na chave feminina. O Brasil terá dois representantes: o Osasco, campeão da última Superliga e inscrito como clube da casa, e o Dentil Praia Clube, vencedor do Sul-Americano. A Itália participará com duas agremiações: Conegliano, atual detentor do título mundial, e Scandicci.

Também confirmaram presença Alianza Lima (Peru), Zhetysu (Cazaquistão) e Zamalek (Egito). O Bihn Dien Long (Vietnã) desistiu da disputa, e a FIVB ainda irá escolher a equipe que completará o grupo, além de anunciar o ginásio paulistano que sediará os confrontos.

O Brasil soma dois títulos no Mundial feminino: em 1994, com o extinto Leite Moça Sorocaba, e em 2012, com o Osasco, em Doha. O Praia Clube já atingiu o quarto lugar em 2023 e 2024, seus melhores resultados.

Chave masculina definida

No torneio masculino, os oito participantes já estão confirmados. O país anfitrião terá Sada Cruzeiro — pentacampeão mundial —, Vôlei Renata, vice-campeão da última Superliga, e Praia Clube, terceiro colocado do campeonato nacional. Completam o grupo Perugia (Itália), Warta Zawiercie (Polônia), Al-Rayyan (Catar), Osaka Bluteon (Japão) e Swehly (Líbia).

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Imagem: Agência i7/Sada Cruzeiro/Direitos Reservados

As partidas ocorrerão no Ginásio Guilherme Paraense, o Mangueirinho. O Cruzeiro permanece como o único time brasileiro a erguer o troféu do Mundial masculino. Nos anos de 1990, em Milão, e 1991, em São Paulo, o Banespa ficou com o vice-campeonato. O Vôlei Renata, instalado em Campinas desde 2010, surgiu como continuidade do antigo projeto do Banespa.

Objetivo de inspirar novas gerações

Ao anunciar as cidades-sede, o presidente da FIVB, Fábio Azevedo, destacou o papel do torneio em incentivar atletas e torcedores. “O Mundial de Clubes é mais do que coroar os melhores clubes do mundo. É sobre inspirar a nova geração de jogadores e fãs, oferecendo a oportunidade de assistir aos principais clubes e atletas tanto nas arenas quanto pelas transmissões globais”, declarou, em texto publicado no site da entidade.

Com informações de Agência Brasil

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Rafael Ramos é jornalista e gestor de comunicação com atuação em múltiplos portais de notícias em Sergipe. Apaixonado por política nacional e internacional, esportes e cultura, assina coberturas que unem rigor informativo e linguagem acessível ao leitor contemporâneo. À frente do R2 Media Group, dedica-se a levar informação de qualidade para o público sergipano e brasileiro.