A Xiaomi revelou nesta quinta-feira (25) a série Xiaomi 17, formada pelos modelos Xiaomi 17, 17 Pro e 17 Pro Max. O lançamento, realizado on-line, marca a aposta da fabricante chinesa em disputar espaço diretamente com o futuro iPhone 17.
Preços e disponibilidade
O Xiaomi 17 terá preços entre 4.499 yuans (US$ 629,86 ou R$ 3.368) na configuração de entrada e 6.999 yuans (US$ 839,86 ou R$ 4.492) na opção mais avançada. As vendas internacionais começam no sábado (27); não há previsão de chegada ao Brasil.
Processador e desempenho
Toda a linha estreia o processador Snapdragon 8 Elite Gen 5, apresentado pela Qualcomm na quarta-feira (24). Segundo a fabricante do chip, o componente oferece 20% mais velocidade, atingindo 4,6 GHz, 27% de ganho em desempenho gráfico e 37% de incremento em tarefas de inteligência artificial.
Especificações principais
• Sistema: HyperOS 3 baseado em Android 16
• Memória: até 16 GB de RAM
• Armazenamento: até 1 TB
• Tela: entre 6,3 e 6,9 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz
• Bateria: capacidade de 6.300 mAh a 7.500 mAh, com carregamento de 100 W (cabo) e 50 W (sem fio)
Conjunto de câmeras
As três versões trazem câmera frontal de 50 MP, sensor ultra-angular também de 50 MP e câmera principal traseira de 48 MP. Nos modelos Pro, há ainda um display secundário na parte de trás para comandos de música, exibição de notificações e relógio.
Estrategia de mercado
Durante a apresentação de duas horas, o CEO Lei Jun comparou a nova linha com o iPhone em duração de bateria, qualidade de tela e recursos de câmera. Ele também citou o Model Y da Tesla ao falar sobre os veículos elétricos da própria Xiaomi, segmento que contribuiu para triplicar o valor de mercado da companhia no último ano.
Investimento em chips
Fora dos smartphones, a Xiaomi reforçou o plano de investir ao menos US$ 7 bilhões no desenvolvimento de processadores próprios. Hoje, 2.500 colaboradores estão empenhados nessa frente, que já resultou no chip Xring O1, apresentado em maio para equipar dispositivos como o Tablet 7 Ultra.
A empresa, sediada em Pequim, busca ampliar sua participação no mercado premium, dominado pela Apple com 62% das vendas globais de aparelhos acima de US$ 600, de acordo com a Counterpoint Research.
Fonte: Noticiasaominuto.com.br
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