Polícia apura esfaqueamento de cadela em praça da Barra dos Coqueiros

Rafael Ramos
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A Polícia Civil de Sergipe instaurou investigação para identificar o responsável por ferir uma cadela com um objeto cortante na Praça da Igreja, situada no bairro Atalaia Nova, município de Barra dos Coqueiros. O crime veio a público na manhã de quinta-feira, 29, quando a Secretaria de Segurança Pública (SSP) confirmou a ocorrência.

De acordo com as informações preliminares coletadas pelos agentes, o animal, de pelagem branca, sofreu um golpe na região do rosto. A agressão provocou uma lesão considerada grave pelos profissionais que prestaram socorro.

Moradores que acompanharam a situação acionaram equipes de proteção animal, responsáveis por recolher a cadela e transportá-la para atendimento veterinário especializado. No consultório, o ferimento foi higienizado e suturado, conforme relato dos socorristas. O estado de saúde atual não foi detalhado, mas a SSP informou que o atendimento imediato evitou complicações maiores.

Testemunhas relataram à polícia que o suspeito deixou o local logo após o ataque. Até o momento, não há detalhes sobre identidade, características físicas ou possível motivação.

Imagens e depoimentos

Para avançar nas apurações, a Polícia Civil recolhe imagens de câmeras de segurança instaladas no entorno da praça. Além disso, investigadores estão colhendo depoimentos de frequentadores, moradores e comerciantes que possam ter presenciado a ação ou registrado movimentações suspeitas antes e depois do esfaqueamento.

O trabalho pericial também inclui a busca por vestígios, como roupas com manchas de sangue ou o objeto cortante utilizado, que podem ter sido descartados nas proximidades.

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Imagem: Divulgação

Colaboração da população

O órgão de segurança reforçou o pedido de cooperação da sociedade. Informações sobre o paradeiro do agressor ou qualquer dado que ajude a esclarecer o caso podem ser encaminhadas de forma anônima pelo Disque-Denúncia 181. Todo conteúdo repassado é tratado com sigilo, destaca a SSP.

A polícia não divulgou prazo para conclusão das investigações, mas ressaltou que a coleta de provas e testemunhos ocorre em caráter de urgência devido à natureza do crime, enquadrado como maus-tratos contra animais.

No âmbito da legislação vigente, a prática de maus-tratos a cães e gatos é punida com pena de reclusão que pode chegar a cinco anos, além de multa e proibição de guarda. O caso segue em andamento, e novidades devem ser divulgadas quando houver avanço significativo na identificação do agressor.

Com informações de Infonet

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Rafael Ramos é jornalista e gestor de comunicação com atuação em múltiplos portais de notícias em Sergipe. Apaixonado por política nacional e internacional, esportes e cultura, assina coberturas que unem rigor informativo e linguagem acessível ao leitor contemporâneo. À frente do R2 Media Group, dedica-se a levar informação de qualidade para o público sergipano e brasileiro.