Inspeção no TSE examina programas de votação, transmissão e totalização. Trabalho integra o Ciclo de Transparência Democrática e vai até 13 de agosto.
O código-fonte das urnas eletrônicas começou a ser inspecionado por técnicos da Procuradoria-Geral da República para as eleições gerais de 2026.
A atividade ocorre na sede do Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília, e deve seguir até 13 de agosto.
Essa ação faz parte do Ciclo de Transparência Democrática da Justiça Eleitoral. O intuito é fortalecer a transparência, a auditabilidade e a confiança no processo de votação.
Durante a inspeção, estão sendo examinados a programação das urnas eletrônicas, os módulos de captação de votos e os softwares de transmissão e totalização dos resultados.
Para eliminar qualquer desconfiança sobre o processo eleitoral, o TSE abre suas portas para a fiscalização.
“Mostrar que não tem nada de misterioso, não tem nada de secreto, muito pelo contrário. O nosso trabalho é justamente esse, de aprofundar a transparência e, com isso, aprofundar a confiança da população no nosso trabalho”, explica o Secretário de Tecnologia da Informação da corte, Júlio Valente.
A inspeção dos códigos-fonte, prevista na legislação eleitoral, integra um conjunto de ações que inclui também os testes públicos de segurança, as auditorias e a cerimônia de lacração dos sistemas.
Os códigos-fonte para as eleições de 2026 foram abertos pelo TSE em outubro do ano passado.
Partidos e entidades fiscalizadoras poderão realizar inspeções até setembro, antes da cerimônia de assinatura digital e lacração dos sistemas eleitorais.
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