Luisa Stefani decide WTA 1000 de Dubai em busca do 15º troféu e do retorno ao top-10

Rafael Ramos
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São Paulo – A paulista Luisa Stefani terá nova chance de ampliar a coleção de títulos neste sábado (21). A partir das 9h30 (horário de Brasília, UTC-3), a tenista de 26 anos disputa a final do WTA 1000 de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, ao lado da canadense Gabriela Dabrowski. A dupla enfrenta a parceria formada pela alemã Laura Siegemund e pela russa Vera Zvonareva.

Número 14 do ranking de duplas da Associação de Tênis Feminino (WTA), Stefani iguala a décima colocação caso conquiste o troféu. Dabrowski, atualmente décima do mundo, pode assumir o vice-liderato. Em caso de vice-campeonato, a brasileira permanece em 14º, enquanto a canadense sobe para a terceira posição.

Busca pelo 15º troféu

O torneio em Dubai pode render o 15º título da carreira à paulista, que soma 14 conquistas. Duas delas foram obtidas justamente ao lado de Dabrowski: o WTA 1000 de Montreal, no Canadá, em 2021, e o WTA 250 de Chennai, na Índia, em 2022.

A vaga na decisão marca a 24ª final de Stefani no circuito profissional. A classificação veio na sexta-feira (20), quando ela e a parceira superaram a cazaque Anna Danilina e a sérvia Aleksandra Krunic por 2 sets a 1, parciais de 4/6, 6/2 e 10-6, depois de 1h29 de duelo. O resultado serviu como revanche: Danilina e Krunic tinham eliminado a brasileira e a canadense nas semifinais do WTA 1000 de Doha e do Aberto da Austrália, ambos disputados nas últimas semanas.

“Estou muito feliz com a primeira final da temporada. Foi mais um jogo duro, mas mantivemos a paciência. Ajustamos detalhes em relação aos confrontos anteriores e, no super tie-break, conseguimos ser mais sólidas”, afirmou Stefani, em nota divulgada pela assessoria de imprensa.

Importância do torneio

Os eventos classificados como WTA 1000 só ficam atrás dos quatro Grand Slams — Aberto da Austrália, Roland Garros, Wimbledon e US Open — em termos de pontuação e prestígio. Por isso, o desempenho em Dubai tem impacto direto na corrida por vagas nos principais campeonatos da temporada e na briga pelas primeiras posições do ranking.

Do outro lado da rede, Laura Siegemund ocupa o 31º lugar na lista mundial de duplistas, enquanto Vera Zvonareva aparece na 81ª posição. A alemã possui títulos de Grand Slam em duplas mistas e a russa, ex-top 10 em simples, soma troféus importantes no currículo, o que promete equilíbrio na decisão.

A partida, que fecha a chave feminina de duplas no emirado, será realizada na quadra central do complexo de Dubai, onde Stefani tenta repetir o feito de 2021, quando se tornou a primeira brasileira a erguer um título WTA 1000.

Com informações de Agência Brasil

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Rafael Ramos é jornalista e gestor de comunicação com atuação em múltiplos portais de notícias em Sergipe. Apaixonado por política nacional e internacional, esportes e cultura, assina coberturas que unem rigor informativo e linguagem acessível ao leitor contemporâneo. À frente do R2 Media Group, dedica-se a levar informação de qualidade para o público sergipano e brasileiro.