Deputada apresentou indicações para fortalecer comunidades de matriz africana em Sergipe. Entre as propostas, criação de conselho que garanta participação e políticas específicas para esses povos.
No dia 15 de junho de 2026, a deputada Linda Brasil apresentou uma série de indicações que visam fortalecer as políticas públicas voltadas aos povos de terreiro em Sergipe. As propostas têm como objetivo principal garantir a valorização e o reconhecimento das comunidades tradicionais de matriz africana.
Dentre as indicações, destaca-se a criação de um conselho estadual que será responsável por discutir e implementar políticas que atendam às necessidades específicas dessas comunidades. A ideia é que esse conselho funcione como um espaço de diálogo e participação da população, promovendo a inclusão e a proteção dos direitos dos povos de terreiro.
Além disso, a deputada sugere a implementação de uma secretaria específica dedicada a tratar de questões relacionadas às tradições afro-brasileiras. Essa secretaria terá a responsabilidade de desenvolver ações que promovam a cultura, a religião e a história dessas comunidades, garantindo que suas vozes sejam ouvidas e respeitadas nas esferas governamentais.
Outra proposta importante apresentada por Linda Brasil é a criação de uma política de regularização para as comunidades de terreiro. Essa política pretende facilitar o reconhecimento formal das práticas e espaços sagrados, assegurando que os direitos dos praticantes sejam preservados e que suas atividades possam ocorrer sem interferências ou restrições.
“É fundamental que possamos garantir a proteção e a valorização das nossas tradições, que são parte essencial da cultura sergipana”, afirmou a deputada durante a apresentação das propostas.
A proposta de criar um ambiente mais favorável às comunidades de terreiro é um passo significativo para a promoção da diversidade cultural e da igualdade de direitos em Sergipe. A atuação de Linda Brasil neste cenário é vista como uma iniciativa importante para o fortalecimento das políticas públicas que atendem a esse segmento da população.
As indicações agora serão analisadas pelas comissões da Assembleia Legislativa e, caso aprovadas, poderão resultar em mudanças significativas para as comunidades de matriz africana no estado.
Fonte: Alese
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