A primeira execução pública do Hino Oficial de Aracaju emocionou o público no Teatro Tobias Barreto, na noite de segunda-feira, 27. A obra foi reconhecida pela Lei nº 6.383, de 2 de julho de 2026.
A emoção tomou conta do Teatro Tobias Barreto na noite desta segunda-feira, 27, durante a primeira apresentação pública do Hino Oficial de Aracaju. Reconhecida pela Lei nº 6.383, de 2 de julho de 2026, a composição foi executada pela primeira vez diante do público, marcando um momento histórico para a cultura da capital e incorporando definitivamente um novo símbolo à identidade do município.
A obra é resultado do Edital de Chamamento Público nº 01/2026, promovido pela Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Cultura (Secult). A iniciativa mobilizou compositores sergipanos na criação de um hino capaz de traduzir a história, a identidade e os valores da capital. O maestro José Gentil Leite conquistou o primeiro lugar e teve sua composição escolhida como Hino Oficial de Aracaju.
O concurso também premiou Odinezio Rozendo Santos, na segunda colocação, e Emerson Porto Santos, em coautoria com Edmael Tavares Santos, em terceiro lugar.
Emocionado, o maestro José Gentil Leite acompanhou atentamente a primeira execução pública da obra, apontada por ele como um dos momentos mais marcantes de sua trajetória artística. Segundo o compositor, ver o hino interpretado pela primeira vez representa a concretização de um trabalho concebido para fortalecer o sentimento de pertencimento dos aracajuanos.
Preços vistos na Amazon em 15/08 e sujeitos a alteração. Como Associado da Amazon, recebo por compras qualificadas.
“É tudo muito gratificante. A gente não consegue expressar esse turbilhão de sentimentos. Quando descobri que era o vencedor, a surpresa se transformou em gratidão e em uma alegria imensa. O mais importante não é o prêmio, mas a obra em si, o que Aracaju ganhou, porque o autor passa, mas a obra fica eterna”, afirmou.
A estreia do Hino Oficial também emocionou artistas, músicos e o público presente, que destacaram o significado histórico da cerimônia para a cidade. A professora e produtora cultural Elisângela Santos classificou a noite como um marco para a cultura aracajuana.
Segundo ela, ouvir um hino que exalta a história, a beleza e as riquezas da capital desperta orgulho e pertencimento. “Essa é, literalmente, uma noite histórica. Ouvir um hino que fala da nossa capital, da nossa beleza e das nossas riquezas é muito gratificante. É uma noite memorável, que entra para a história da cultura sergipana e de Aracaju. Saio daqui emocionada com a beleza da música”, declarou.
O cantor Erivaldo de Carira também celebrou a oficialização do novo símbolo cívico da cidade e parabenizou o autor da composição.
Siga o Foco SE e entre no nosso grupo de notícias de Sergipe.



