Pierre Gasly pede correções no regulamento, mas critica excesso de negatividade
Pierre Gasly afirmou que a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) precisa promover ajustes no novo e polêmico regulamento da Fórmula 1 e aperfeiçoar o sistema de classificação. Apesar de concordar com a necessidade de mudanças, o piloto se posicionou em contrário a alguns rivais ao considerar que existe muita “negatividade” em relação às novas regras gerais.
Ao avaliar o cenário das mudanças que serão aplicadas aos carros de 2026, Gasly admitiu que o texto das normas demanda correções por parte da entidade reguladora, incluindo melhorias na forma como os resultados e posições são definidos durante as provas. No entanto, ele afastou a ideia de que as alterações retirem a importância dos pilotos, defendendo que estes “ainda fazem diferença” nos carros projetados para 2026.
O piloto destacou, assim, uma divergência de percepção entre ele e outros competidores: enquanto alguns rivais vêm criticando com mais veemência os novos parâmetros técnicos e operacionais, Gasly optou por uma leitura mais moderada, pedindo ajustes práticos sem abraçar o tom predominantemente negativo que, segundo ele, tem se espalhado entre nomes da categoria.
Essa postura combina a aceitação de que o regulamento atual apresenta pontos que exigem intervenção da FIA com a defesa da relevância do trabalho dos pilotos diante das mudanças previstas para 2026. Gasly, portanto, ocupa uma posição intermediária entre a crítica às falhas do regulamento e a valorização do papel humano na competição.
Sem detalhes sobre quais alterações específicas deveriam ser adotadas nem sobre cronogramas ou decisões da entidade reguladora, a declaração de Gasly foca na necessidade de ajustes e na percepção pública e interna das novas regras.
O assunto segue em aberto, com a expectativa de que a FIA analise as demandas e promova eventuais revisões no regulamento antes da implementação plena das mudanças.
Com informações de Motorsport.uol
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