Há 13 anos fechada pela gestão de Valmir de Francisquinho, a escola municipal do povoado Lagoa do Líbano, em Itabaiana, segue abandonada e completamente deteriorada, sem qualquer uso em benefício da população — e virou motivo de preocupação para os moradores.

O agricultor José Carlos conhece de perto essa realidade. Morador do povoado há mais de 64 anos, ele trabalhou na unidade e relata que o prédio nunca recebeu manutenção desde que teve as portas fechadas. Atualmente, o local acumula lixo, vegetação alta e gera sensação de insegurança na comunidade.
Segundo ele, o imóvel poderia servir à população com outro tipo de equipamento público. “Quem fechou foi Valmir. Junta tudo o que não presta. Um marginal pode se esconder aí. Fica enchendo de entulho. Tinha que limpar e fazer alguma coisa. Podia ser uma lavanderia, um postinho”, sugeriu ele.

A situação se repete em outras escolas desativadas durante os 13 anos do grupo político liderado por Valmir de Francisquinho. Comunidades de Terra Vermelha, Cabeça do Russo, Queimadinhas e Congo também convivem com unidades fechadas e estruturas sem qualquer aproveitamento público.
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