Audiência discutiu inclusão de pessoas com deficiência e reabilitados no mercado de trabalho
Representantes de associações e entidades voltadas aos direitos das pessoas com deficiência participaram, nesta terça-feira (12), de uma audiência no Ministério Público do Trabalho em Sergipe (MPT-SE) para tratar da inclusão de pessoas com deficiência e de reabilitados no mercado formal de trabalho.
A sessão foi conduzida pela vice-procuradora-chefe e coordenadora Regional de Promoção de Igualdade de Oportunidades e Eliminação da Discriminação no Trabalho (Coordigualdade), Clarisse Farias Malta, que contextualizou a iniciativa como etapa preparatória para um debate mais amplo envolvendo secretarias, conselhos, entidades representativas e a sociedade em geral. Segundo a procuradora, é necessário mapear a situação atual em Sergipe, identificar os principais desafios e construir ações conjuntas com a participação das próprias pessoas com deficiência.
Participaram da audiência representantes da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE), da Federação das Apaes em Sergipe (Feapaes), da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Aracaju (Apae Aracaju), da Associação das Pessoas com Deficiência de Sergipe (APcD+SE), da Associação Sergipana do Cidadão com Síndrome de Down (CIDOWN) e da Associação de Pais, Amigos e Pessoas com Deficiência, de Funcionários do Banco do Brasil (APABB).
O encontro antecede a Audiência Coletiva intitulada “Inclusão da Pessoa com Deficiência e Reabilitados no mercado formal de trabalho”, promovida pelo MPT-SE, que está marcada para o dia 26 de maio. O evento terá início às 8h30 (Brasília UTC-3) e busca ampliar o diálogo sobre o tema, reunindo órgãos públicos, associações, entidades, representantes de empresas e membros da sociedade civil.
Na audiência do dia 26, serão convidadas, em especial, empresas com maiores índices de descumprimento das cotas devidas por lei no estado, para que representantes dessas companhias, assim como órgãos públicos e entidades civis, possam apresentar contribuições, relatar dificuldades e colaborar na busca pelo cumprimento das cotas e pela efetiva inserção das pessoas com deficiência no mercado de trabalho.
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