O calendário eleitoral entra na reta decisiva: entre 20 de julho e 5 de agosto, partidos oficializam nomes e coligações. Após as convenções, candidatos seguem para o registro oficial.
A corrida eleitoral deste ano entra em uma fase decisiva nas próximas semanas. Entre os dias 20 de julho e 5 de agosto, partidos e federações realizarão suas convenções partidárias. Esses encontros são fundamentais para oficializar os candidatos aos cargos eletivos e chancelar as alianças e coligações que disputarão o pleito.
É nesse período que serão escolhidos os nomes que vão concorrer aos cargos de presidente da República, governador, senador e deputados federais, estaduais e distritais.
Após a escolha, os candidatos ainda precisam passar por uma fase importante: o pedido oficial de registro na Justiça Eleitoral. Esse processo deve ser feito até o dia 15 de agosto.
A partir daí, a Justiça analisa toda a documentação e verifica se cada candidato cumpre os requisitos exigidos pela legislação. Somente após essa checagem o nome pode ser liberado para aparecer na urna eletrônica.
No caso da disputa pela Presidência da República, é o Tribunal Superior Eleitoral que realiza a análise dos registros. Já os Tribunais Regionais Eleitorais, os TREs, são responsáveis pelos pedidos de registro para os demais cargos estaduais e federais.
As regras também definem quantos candidatos cada partido pode lançar. Para os cargos de presidente, governador ou prefeito, por exemplo, só é permitida uma candidatura por partido, federação ou coligação, sempre acompanhada de um vice.
Nas eleições para deputado e vereador, o número de candidatos pode chegar ao total de vagas em disputa, mais uma vaga extra.
Outro ponto de atenção é a chamada cota de gênero. A legislação determina que os partidos e federações apresentem no mínimo 30% e no máximo 70% de candidaturas de cada gênero. Caso essa proporção não seja respeitada, o registro de toda a chapa pode ser negado.
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