Uma nova tendência movimenta redes sociais como Instagram, X (antigo Twitter) e TikTok: caricaturas criadas pelo ChatGPT a partir de fotos enviadas pelos próprios usuários. Em poucos dias, ilustrações que retratam pessoas em seus ambientes de trabalho se espalharam nos feeds, impulsionando mais um fenômeno ligado à inteligência artificial (IA).
Como funciona a criação das caricaturas
Para participar, o usuário envia sua imagem ao assistente da OpenAI acompanhada de um comando simples. A frase mais compartilhada até agora é: “Crie uma caricatura minha no meu ambiente de trabalho, levando em conta tudo o que você sabe sobre mim”. Com base na fotografia e nos dados previamente compartilhados na conversa, o ChatGPT elabora uma ilustração que inclui elementos associados à profissão da pessoa.
Durante o processo, o assistente pode solicitar informações adicionais, como detalhes específicos que o usuário deseja inserir ou remover do desenho. Depois de concluída a coleta de dados, o modelo recorre ao ImageGen, gerador de imagens da própria OpenAI, para compor a arte. Ferramentas de terceiros com recursos similares também conseguem executar a tarefa, mas o fluxo descrito tornou-se o mais popular.
Do prompt à publicação
Depois de receber o arquivo gerado, usuários costumam publicar o resultado acompanhado de uma breve descrição do método utilizado, incentivando outras pessoas a repetir a experiência. O volume de postagens transformou a prática em trend e fez o termo “caricatura no ChatGPT” figurar entre os mais buscados em plataformas de pesquisa.
Histórico de tendências semelhantes
Esta não é a primeira vez que recursos visuais do ChatGPT viralizam. Em 2025, uma ação inspirada no estilo do estúdio japonês Studio Ghibli — responsável por títulos como “A Viagem de Chihiro” e “Meu Amigo Totoro” — atraiu 1 milhão de usuários em apenas uma hora. A rápida adesão evidenciou o apelo de filtros e transformações artísticas baseadas em IA.
Imagem: Divulgação/OpenAI
Agora, a onda de caricaturas reforça o interesse do público por ferramentas que unem criatividade automatizada e participação ativa do usuário.Embora não existam requisitos técnicos avançados, especialistas recomendam que imagens enviadas tenham boa resolução e iluminação adequada, garantindo resultados mais nítidos.
As demandas por novidades na área de geração de imagens indicam que outras tendências semelhantes devem surgir, impulsionadas pela facilidade de uso e pela curiosidade em torno do potencial da inteligência artificial aplicada à arte digital.
Com informações de G1
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