Uma mulher foi atacada pelo ex-companheiro enquanto segurava a filha de um ano e meio no colo, na noite de domingo, 18, no bairro Areia Branca, zona sul de Aracaju. Durante a agressão, a criança bateu a cabeça na parede, perdeu a consciência por aproximadamente cinco minutos e só voltou a reagir depois das tentativas de reanimação feitas pela mãe.
De acordo com a Polícia Militar de Sergipe (PMSE), a equipe foi acionada para atender a ocorrência e encontrou a vítima com inchaço no rosto e um dos dedos da mão roxo, ferimentos causados pelos golpes desferidos pelo suspeito. Além da bebê, outros dois filhos da mulher estavam na residência no momento da violência.
Ao perceber a chegada da viatura, o agressor fugiu em direção a um terreno baldio próximo. Os policiais iniciaram buscas na área, mas o homem não foi localizado. A corporação não informou se havia medida protetiva em vigor ou se o ex-companheiro já possuía histórico de violência doméstica.
Durante a ação, os militares recolheram os pertences da família e os transportaram até a casa da madrinha da criança, onde os três menores ficaram abrigados. Em seguida, mãe e filha foram levadas ao Hospital Augusto Franco para avaliação médica. A bebê passou por exames para verificar possíveis lesões internas, enquanto a mãe recebeu cuidados para as contusões no rosto e na mão.
Após o atendimento hospitalar, a mulher foi encaminhada ao Departamento de Atendimento aos Grupos Vulneráveis (DAGV) para registrar a ocorrência e dar início às medidas legais cabíveis. O órgão especializado acompanhará o caso e poderá solicitar a adoção de medidas protetivas, se necessário.
A PMSE informou que continua em diligência para localizar o suspeito. Quem tiver informações sobre o paradeiro do agressor pode entrar em contato pelo Disque-Denúncia 181 ou pelo Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp) no telefone 190.
O caso será investigado como violência doméstica e lesão corporal, podendo haver agravantes pela presença de criança na situação de risco. A identidade do acusado não foi revelada pela polícia, e os nomes dos envolvidos foram preservados para proteger a integridade das vítimas.
Com informações de Infonet
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