Astrônomos de diversas instituições reforçaram a busca por um corpo celeste de grandes dimensões que poderia explicar irregularidades observadas no Cinturão de Kuiper, região localizada depois da órbita de Netuno e formada por planetas anões, como Plutão, e inúmeros blocos de gelo e rocha.
Indícios gravitacionais
Estudos recentes mostram que esses objetos não se distribuem de maneira aleatória. Pelo contrário, parecem agrupar-se em determinadas áreas, comportamento que sugere a influência de uma força gravitacional significativa. Para os pesquisadores, a hipótese mais plausível é a existência de um planeta ainda não detectado diretamente pelos telescópios atuais.
Um caso semelhante ocorreu no século XIX: em 1846, Netuno foi previsto por cálculos matemáticos antes de ser observado, justamente por seus efeitos gravitacionais sobre outros corpos.
Equipamentos em ação
Os maiores telescópios do planeta, aliados a um novo observatório instalado no Chile, estão direcionados para encontrar sinais concretos do suposto nono planeta. A iniciativa reúne tecnologias de ponta e promete ampliar o entendimento sobre a formação e a dinâmica do Sistema Solar.
Se confirmado, o achado pode figurar entre as descobertas mais relevantes da astronomia contemporânea, esclarecendo enigmas que desafiam cientistas há décadas. Até lá, a “caça” ao possível planeta oculto prossegue e mantém a comunidade científica em alerta.
Fonte: Noticias ao Minuto
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