Ecopontos de Aracaju recebem lâmpadas para descarte ambientalmente correto

Rafael Ramos
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A Prefeitura de Aracaju disponibiliza coletores para o descarte de lâmpadas residenciais nos 10 Ecopontos da capital. Cerca de 500 unidades já foram recolhidas pela iniciativa da Emsurb.

O descarte correto de lâmpadas vai além de uma prática de limpeza: a destinação adequada desses materiais contribui para a preservação do meio ambiente e para a redução dos riscos à saúde da população. Com esse objetivo, a Prefeitura de Aracaju, por meio da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), disponibiliza coletores destinados ao descarte de lâmpadas residenciais.

A iniciativa busca evitar que esses materiais sejam descartados de forma irregular, reduzindo os impactos ambientais provocados pela destinação inadequada. Até o momento, cerca de 500 lâmpadas já foram coletadas.

Segundo a Coordenadoria Ambiental, podem ser descartadas nos coletores lâmpadas fluorescentes compactas, fluorescentes tubulares, de vapor de sódio, metálicas e de luz mista. Os recipientes estão distribuídos pelas 10 unidades de Ecopontos da capital.

De acordo com Letícia Rocha, assessora ambiental da Emsurb, a disponibilização dos pontos de coleta contribui para reduzir danos ao meio ambiente e incentiva a população a adotar práticas corretas de descarte. “Os ecopontos surgem como uma alternativa para o descarte correto de lâmpadas fluorescentes, visto que são locais que possuem a forma adequada de armazenar e a logística reversa deste tipo de resíduos”, afirmou.

Os coletores de lâmpadas funcionam no mesmo horário dos Ecopontos, das 8h às 17h. A coleta geral ocorre mediante solicitação técnica da empresa, com média a partir de 800 unidades.

Moradora do bairro Jabotiana e bióloga, Eduarda Pereira utiliza os Ecopontos e trabalha com a separação de resíduos sólidos. Ela destacou a importância da iniciativa. “O vínculo dos Ecopontos com o descarte de lâmpadas é muito importante, porque sabemos que o descarte inadequado desses materiais pode causar impactos negativos no meio ambiente, principalmente no solo e na água. Algumas lâmpadas possuem componentes altamente tóxicos, como o mercúrio, que pode contaminar o ambiente quando o material é descartado de forma incorreta”, afirmou.

Especialista na separação de resíduos sólidos, Eduarda Pereira também ressaltou que as lâmpadas devem ser encaminhadas aos pontos de coleta apropriados, independentemente do modelo, evitando que sejam colocadas junto aos resíduos comuns. A orientação é embalar a lâmpada com jornal ou outro material que ajude a protegê-la antes do descarte.

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Rafael Ramos é jornalista e gestor de comunicação com atuação em múltiplos portais de notícias em Sergipe. Apaixonado por política nacional e internacional, esportes e cultura, assina coberturas que unem rigor informativo e linguagem acessível ao leitor contemporâneo. À frente do R2 Media Group, dedica-se a levar informação de qualidade para o público sergipano e brasileiro.