Texto aprovado pela Câmara ainda não foi enviado às comissões nem debatido por líderes. Presidente do Senado diz que não pretende atrasar a proposta, mas não fixou prazo.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, promete não atrasar a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que extingue a escala 6X1, mas a situação atual é de inatividade. A proposta já foi aprovada na Câmara dos Deputados, mas até o momento não houve progresso no Senado.
É responsabilidade de Alcolumbre enviar o texto aprovado para a Comissão de Constituição e Justiça e outras comissões do Senado. Além disso, ele deve convocar uma reunião de líderes para discutir a proposta. No entanto, nenhuma dessas ações foi realizada e não há uma data prevista para que isso aconteça.
O interesse em torno da PEC é significativo, principalmente devido à possibilidade de que a nova legislação assegure, ao menos, duas folgas semanais, preferencialmente aos sábados e domingos, sem a redução salarial. Caso aprovada, a mudança entraria em vigor 60 dias após a promulgação do texto.
Senadores que apoiam a proposta, bem como membros da base governista, têm solicitado agilidade na votação do texto, que deve ocorrer antes das eleições de outubro. Contudo, a liderança do Senado e setores da oposição alertam para a necessidade de uma análise cuidadosa sobre os impactos fiscais e econômicos que a proposta pode gerar na produtividade.
Durante a tramitação na Câmara, já foram feitas diversas concessões em relação ao texto original da PEC. Apesar disso, o presidente do Senado ainda mantém a proposta parada, e a expectativa é de que dificilmente o tema seja votado ainda este ano.
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