Despedida ao artista Joubert Moraes, ícone da cultura sergipana, aos 78 anos

Rafael Ramos
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O cenário artístico de Sergipe se despede do renomado artista plástico Joubert Moraes, que faleceu no último sábado (25) em Aracaju, aos 78 anos. Natural de Propriá, Joubert nasceu em 13 de dezembro de 1947 e cresceu em um lar repleto de criatividade, onde o pai era poeta e escritor, a mãe atuava como cantora e bordadeira, e a irmã se dedicava à pintura.

Com uma carreira diversificada, Joubert se destacou em diversas áreas, incluindo pintura, escultura e música, consolidando-se como uma figura de referência na produção cultural do estado. Seu trabalho não apenas embelezou espaços, mas também refletiu a riqueza cultural de Sergipe, contribuindo para a formação da identidade artística local.

Após seu falecimento, o corpo de Joubert foi velado e sepultado no cemitério Colina da Saudade no domingo seguinte (26). O artista deixa um legado que pode ser sentido através de sua esposa, uma filha e um neto, que continuam a sua história e a preservação de sua memória.

O impacto da sua obra no estado pôde ser sentido amplamente, e sua morte gerou manifestações de luto e lembranças sobre sua contribuição para a cultura sergipana. O governador Fábio Mitidieri expressou seu pesar, enfatizando a importância da trajetória de Joubert e seu impacto nas futuras gerações.

“Sua trajetória, marcada pela pintura, escultura e música, deixa um legado de enorme valor para Sergipe e para as futuras gerações”, destacou.

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Rafael Ramos é jornalista e gestor de comunicação com atuação em múltiplos portais de notícias em Sergipe. Apaixonado por política nacional e internacional, esportes e cultura, assina coberturas que unem rigor informativo e linguagem acessível ao leitor contemporâneo. À frente do R2 Media Group, dedica-se a levar informação de qualidade para o público sergipano e brasileiro.