Recuperação do viaduto da Francisco Porto provoca mudanças no trânsito de Aracaju

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A circulação de veículos na região do viaduto que conecta as avenidas Francisco Porto e Gonçalo Rollemberg Leite, em Aracaju, terá alterações a partir desta sexta-feira, 15, em função da segunda etapa das obras de recuperação estrutural da ponte.

A Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) informa que seguirá bloqueado o retorno sob o viaduto que dá acesso à avenida Francisco Porto. Além disso, será acrescentado o bloqueio do trecho que liga a Francisco Porto à avenida Hermes Fontes. Também ficará interditado o acesso da Francisco Porto à rua Teixeira de Freitas.

Em contrapartida, será liberado o tráfego da avenida Hermes Fontes em direção à Francisco Porto, trecho que estava interditado anteriormente. Para orientar os condutores, a SMTT manterá sinalização no local durante todo o período de intervenções.

Motoristas que transitam pela avenida Francisco Porto e pretendem acessar a Hermes Fontes devem seguir por rota alternativa: convergir à direita na rua Américo Curvelo, em seguida virar à esquerda na rua Germiniano Maia até chegar à Hermes Fontes. Outra opção indicada é realizar a sequência Américo Curvelo → Romeu Santos → avenida Pedro Paes Azevedo → avenida Lourival Chagas para alcançar a Hermes Fontes.

Quem precisar retornar à avenida Francisco Porto deverá adotar o seguinte itinerário: seguir à direita nas ruas Américo Curvelo e Romeu Santos, prosseguir pela avenida Pedro Paes Azevedo, convergir à direita na rua Terêncio Sampaio e seguir pela rua Urquiza Leal até retornar à Francisco Porto.

Segundo a SMTT, as intervenções fazem parte do planejamento operacional para preservar a segurança viária nas imediações do viaduto e viabilizar a continuidade dos serviços. A sinalização permanente pretende reduzir os impactos na mobilidade enquanto as obras estiverem em execução.

Obra

O serviço de recuperação do viaduto no entroncamento entre a Francisco Porto e a Hermes Fontes tem orçamento previsto de R$1.709.038,95 milhões e tem como foco a restauração estrutural e a melhoria estética da estrutura. A partir de 18 de março começou a instalação das peças, com interdições progressivas nas alças do viaduto, iniciando pela alça em frente ao Colégio José Carlos Silva. A fase final consiste na pintura da estrutura para proteção e melhoria visual, com novas interdições ocorrendo conforme o cronograma de execução.

Com informações da PMA

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