Mulher de 26 anos é presa pela quarta vez por usar comprovantes de PIX falsificados

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Agentes da Polícia Civil de Sergipe cumpriram, na manhã desta segunda-feira, 2 de dezembro, um mandado de prisão preventiva contra uma mulher de 26 anos acusada de aplicar golpes em lojas utilizando comprovantes de PIX adulterados. É a quarta detenção da mesma suspeita pelo mesmo tipo de estelionato.

A operação foi conduzida por equipes da 3ª Delegacia Metropolitana, chefiadas pelo delegado Henrique Tomiello. Segundo o inquérito, a investigada manteve a atividade criminosa mesmo após ter sido detida em ocasiões anteriores, o que levou o Judiciário a determinar a prisão preventiva para interromper a sequência de fraudes e resguardar comerciantes da região metropolitana de Aracaju.

Como funcionava o golpe

De acordo com a polícia, a mulher contatava estabelecimentos para fazer encomendas de diversos produtos. Após negociar a compra, ela enviava aos vendedores imagens de supostos comprovantes de transferência via PIX. Convencidos de que o pagamento havia sido efetivado, os lojistas liberavam as mercadorias imediatamente. Somente mais tarde, ao consultar o extrato bancário, percebiam que o valor não havia sido creditado, caracterizando o golpe.

Investigadores apontam que a reincidência foi determinante para a medida cautelar mais rígida. “Mesmo depois de autuadas anteriormente, ela voltava a agir com o mesmo método, gerando prejuízo às vítimas e insegurança no comércio local”, informou o delegado responsável.

Com a nova prisão, a suspeita foi encaminhada à unidade policial e permanece à disposição da Justiça para responder pelo crime de estelionato. O Código Penal prevê pena de um a cinco anos de reclusão para esse tipo de delito, podendo ser agravada em razão da repetição.

A Polícia Civil orienta proprietários de lojas e prestadores de serviço a sempre confirmar, nos aplicativos bancários oficiais, a compensação do PIX antes de liberar qualquer produto ou serviço. A checagem em tempo real é considerada a forma mais segura de evitar golpes semelhantes.

A investigação continua para identificar possíveis cúmplices ou outras vítimas que ainda não tenham registrado ocorrência.

Com informações de Infonet

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