Mulher é levada à delegacia por suspeita de maus-tratos a cavalo em Nossa Senhora do Socorro

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Policiais do 5º Batalhão de Polícia Militar (5º BPM) conduziram uma mulher à Delegacia de Polícia Civil sob suspeita de maus-tratos a um cavalo. A ocorrência foi registrada na manhã da última quarta-feira, 25, na Rua Maria Marcelina dos Santos, Loteamento Jardim Piabeta, município de Nossa Senhora do Socorro, região metropolitana de Aracaju.

De acordo com a corporação, a equipe foi acionada pelo Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp) para verificar uma denúncia de crueldade contra animal. Ao chegar ao endereço informado, os militares encontraram o equino deitado na calçada, em estado considerado agonizante.

A proprietária, localizada no próprio imóvel, relatou que o cavalo havia fugido mais cedo e retornou apresentando sinais de mal-estar. Segundo ela, o animal caiu diante da residência logo após chegar e passou a demonstrar fraqueza acentuada. Ainda conforme seu depoimento, foi administrada medicação por conta própria na tentativa de aliviar o quadro clínico, mas não houve melhora.

Questionada sobre a razão de não ter solicitado atendimento veterinário ou contato com órgãos competentes, a mulher afirmou ter receio de que o cavalo fosse recolhido e submetido à eutanásia. Diante da situação, os agentes constataram que não havia condições adequadas para o transporte imediato do animal, nem recursos no local para prestar a assistência necessária.

Com respaldo na legislação que protege a integridade dos animais, os policiais decidiram encaminhar a tutora à Delegacia para registro do boletim de ocorrência e adoção das medidas legais cabíveis. O procedimento foi instaurado com base na suspeita de maus-tratos, crime previsto em lei federal que pune condutas capazes de causar sofrimento ou morte a animais domésticos ou silvestres.

Até a publicação desta matéria, não foram divulgadas informações sobre o estado de saúde atualizado do cavalo ou sobre providências subsequentes por parte de serviços veterinários e órgãos ambientais municipais ou estaduais.

Com informações de Infonet

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