Jovem talento do taekwondo Cauã Batista morre aos 18 anos no Rio

Rafael Ramos
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Cauã Batista Gomes, promessa do taekwondo brasileiro, morreu na noite de terça-feira (24), aos 18 anos, no Hospital Municipal Miguel Couto, na zona sul do Rio de Janeiro. O atleta estava internado havia uma semana e chegou a receber doações de sangue após campanha organizada por amigos nas redes sociais. A causa da morte não foi divulgada.

Natural do Rio de Janeiro, Cauã era considerado um dos nomes mais promissores da modalidade no país. Ele disputaria nesta quinta-feira (26) a Seletiva Aberta Nacional, competição que define a seleção brasileira de taekwondo para 2026. O lutador representaria o estado do Rio na categoria adulto até 63 quilos.

Antes de chegar às disputas nacionais de alto nível, o jovem colecionou participações em torneios de base e vinha chamando a atenção de treinadores e dirigentes pelo desempenho dentro do tatame. O calendário de 2026 apontava para uma temporada decisiva na carreira do carioca, que buscava vaga definitiva na equipe principal do Brasil.

Homenagens da confederação

A Confederação Brasileira de Taekwondo (CBTKD) divulgou nota de pesar em que se solidariza com familiares, amigos e companheiros de treino. No comunicado, a entidade descreveu Cauã como “jovem talento do taekwondo brasileiro, conhecido pela dedicação, pelo respeito e pela paixão ao esporte, querido por todos os que tiveram a oportunidade de acompanhá-lo dentro e fora das competições”.

Ainda segundo a CBTKD, a morte do atleta representa “uma perda inestimável para a comunidade do taekwondo” e deixa “um legado de empenho e determinação que servirá de exemplo para as novas gerações”.

Trajetória no esporte

Cauã iniciou a prática do taekwondo aos nove anos de idade no centro de treinamento Soares Team, onde permaneceu durante toda a carreira. Em mensagem publicada nas redes sociais, o CT Soares Team destacou que o lutador “foi exemplo dentro e fora do Dojang, um competidor incansável e um verdadeiro lutador da vida”, acrescentando que a despedida precoce provoca “dor imensa, mas também um legado inesquecível de garra, disciplina e determinação”.

O velório e os detalhes sobre o sepultamento do atleta não haviam sido informados até a publicação desta reportagem.

Com informações de Agência Brasil

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Rafael Ramos é jornalista e gestor de comunicação com atuação em múltiplos portais de notícias em Sergipe. Apaixonado por política nacional e internacional, esportes e cultura, assina coberturas que unem rigor informativo e linguagem acessível ao leitor contemporâneo. À frente do R2 Media Group, dedica-se a levar informação de qualidade para o público sergipano e brasileiro.