A Coordenadoria de Enfrentamento à Violência contra a Mulher (Coevim) desembarca no bairro Farolândia, em Aracaju, com mais uma edição do programa Tamo Junto Aracaju. A ação reúne uma série de serviços voltados à proteção e ao fortalecimento de direitos das mulheres que vivem na comunidade.
Ao longo da mobilização, a equipe da Coevim prestará acolhimento social e jurídico às participantes. O plantão inclui escuta qualificada, orientações sobre a legislação vigente e suporte para quem necessita de encaminhamentos junto aos órgãos competentes. Funcionários capacitados irão explicar, detalhadamente, como funcionam os dispositivos legais previstos na Lei Maria da Penha e quais são as medidas protetivas disponíveis em casos de ameaça ou agressão.
Além do suporte jurídico, o programa disponibiliza orientações sobre direitos das mulheres, com foco na prevenção da violência doméstica. Profissionais da área social estarão a postos para esclarecer dúvidas sobre benefícios, programas assistenciais e caminhos para o fortalecimento da autonomia feminina.
Outro pilar da iniciativa é o encaminhamento para serviços públicos. Caso identifiquem necessidade, as equipes farão a ponte entre as moradoras e unidades de saúde, centros de referência de assistência social, delegacias especializadas, Ministério Público e Defensoria Pública. O objetivo é garantir atendimento integral e contínuo para cada situação apresentada.
Durante o encontro, a Coevim também articulará a rede de proteção local. A proposta é alinhar estratégias com escolas, postos de saúde, organizações comunitárias e forças de segurança, de modo a criar um ambiente de apoio permanente às mulheres em situação de vulnerabilidade.
A ação na Farolândia integra uma série de atividades que o Tamo Junto Aracaju realiza em diferentes bairros da capital sergipana. Cada edição segue a mesma metodologia: aproxima a população dos serviços públicos, difunde informações sobre direitos e estimula a denúncia de qualquer forma de violência contra a mulher.
Sem data de encerramento previamente divulgada, a iniciativa deve permanecer no bairro pelo tempo necessário para atender a demanda local. A expectativa é de que o modelo de atendimento itinerante fortaleça a rede de enfrentamento à violência de gênero em Aracaju e ofereça suporte imediato a quem mais precisa.
Com informações de Aracaju.se.gov
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