O Laboratório Central de Saúde Pública de Sergipe (Lacen), administrado pela Fundação de Saúde Parreiras Horta (FSPH), iniciou a utilização de novos testes de biologia molecular para intensificar a detecção e o tratamento de doenças infecciosas no estado.
A atualização do serviço foi viabilizada por kits diagnósticos adquiridos pelo Ministério da Saúde e encaminhados a unidades com maior demanda, entre elas o Lacen de Sergipe. Os exames contemplam coqueluche, hanseníase e tuberculose, esta última com análise de resistência a medicamentos.
Alta precisão
De acordo com o superintendente do Lacen, Cliomar Alves, os testes empregam a técnica de PCR em tempo real, que eleva sensibilidade e especificidade dos resultados, além de identificar mutações genéticas associadas à resistência a drogas. “Esse diferencial permite ajustar o tratamento conforme o perfil de resistência encontrado, melhorando a assistência ao paciente e a vigilância epidemiológica”, explicou.
Equipe capacitada
Cinco técnicos foram treinados pelo Laboratório de Referência Nacional e pelo Ministério da Saúde para operar os novos protocolos, considerados de alta complexidade.
Expansão prevista
Para 2025, o Lacen planeja reformar e ampliar o setor de biologia molecular por meio do projeto Pró-Redes. A ampliação deve possibilitar a inclusão de testes de PCR para sarampo, rotavírus e norovírus, atualmente limitados pela capacidade física do laboratório.
Fonte: Governo de Sergipe
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